sábado, 3 de março de 2012

Esquecer? Nem se eu quisesse...


Ah, que falarei eu da noite que se passou??? Boa, salutar, divertida? Hummm, tem coisas que são indizíveis assim como a sensação de ver o vuelo de araras num céu azul de uma Palmas que acabara de acordar ainda desconhecida pour moi. Pois bem, Medéia precisou de apenas um dia para matar todos seus filhos que tivera com Jasão e eu, não tão imponente quanto ela, precisei de uma noite e uma manhã para matar algumas dúvidas que insistiam em permear minha cabeça voada de pés no chão (embora neste momento esteja em estado de suspensão).
Uma escolha que se faz, centenas de portas que se abrem, amigos que se tornam mais que irmãos... <3 estou contente com Palmas, penso que agora esteja em paz, uma “paz” perturbadora que me faz ter a certeza que vou voltar, pois “tudo está em calma e tem a idade do céu” já cantava o Moska numa música de dias atrás.
Sem dúvida foi uma noite de peregrinação com direito a rock bebê e uma intensa busca pelo encontrar-se! No “Taberna” com Carlos, meu colega pop; Kássio que estava numa euforia etária; Rosa, minha irmã de cachos; Inajara, a louca alternativa que me gusta mucho e Karla, a dançarina minimalista. Em seguida foi a vez do “Trupe” com a nostálgica galerinha de Portugal: Helena, nossa embaixatriz; Gabi, meu buxo querido; Anna e Laurie que sempre me pegam na contra-mão, elas chegando e eu partindo. Pra alumiar as ideias uma “Lanterna” caiu bem e lá tive encontros bem da comunicação e com tequilas e a dança do limão siempre jajajjajajaja Geraldo, Matheus, Du, João, Gustavo... todos pra caverna com altos papos filosóficos tendo como tema a verdadeira cidade, na minha ótica, maravilhosa, a musa dos meus delírios e “a minha insônia preferida”.
Brasília se prepara, pois quero voar com tuas asas para o inesperado, o outro, para o é da coisa...
Saudades? Sem dúvida sentirei, mas o que me faz acordar, estar vivo é este constante incômodo de querer mais e menos, esta necessidade de mudar, mudar, crescer, evoluir, cair em colapso, ter crises existenciais ... é tão simples e concomitantemente complexo ver o riso dos olhos refletidos na água e não se emocionar, ver o luxo e o lixo ali lado a lado, a cicatriz que marca a pele, a rolha do vinho que outro dia secou numa tarde 28 no campus à esquerda dos nossos desejos. E o que dizer do poema de Quintana dialogando com a introspecção de Lispector e a audácia de Wilde num compartilhamento de fumaça ao som de não sei o que ao fundo?
Brindemos!!!
Aos nossos desejos, ao grito contido de felicidade, às vibrações das cores de Bach, às nossas audácias regadas a voos de araras e corridinhas em volta do Poseidon que embora parado, calmo e lento nos observa como um peixe francês...

Merciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!







terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"el corazon del mundo canta en mi corazón"

Curtam a leveza e intensidade de Buika






Por el amor de amar

Quiero la luz del sol
También quiero el azul del cielo en el mar
Quiero mas sin fin
para no tener nunca que terminar
como la flor feliz de ver como nace la flor
Hoy mi sombra se deshace como el viento

Quien me quiera amar,
amará tambien lo peor de mi, con ardor
El corazon del mundo canta en mi corazón
mis pies siguen bailando sin cesar
Desde que desapareciste todo es celebracion
y todo el dolor desapareció

Necesito amar
quiero ser la luz que besa la flor
Necesito amar
ser la flor que se da solo con pasión.

domingo, 1 de janeiro de 2012